Programa Ensino Integral

Programa Ensino Integral

PROGRAMA DE ENSINO INTEGRAL Objetivos do 2 dia de Formao das Equipes Escolares Subsidiar as equipes escolares nos tpicos: Protagonismo Juvenil, Clubes Juvenis e Lderes de Turma, Tutoria Disciplinas Eletivas, Grmio Estudantil Orientao de Estudos e Nivelamento. Sensibilizao Msica: Tempos Modernos - J. Quest https://www.youtube.com/watch?v=4UI_HTv-6Zs Tempos modernos J. Quest

Como viver tudo que h pra viver num ponto de vista positivo em detrimento das adversidades? Temos hoje uma gerao de gente fina, elegante e sincera e que diz mais SIM do que NO? A que aspectos da Escola de Ensino Integral,a letra da msica nos remete? FORMAO CONTINUADA DAS EQUIPES ESCOLARES DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL PROTAGONISMO JUVENIL CONCEITOS, PRTICAS E VIVNCIAS OBJETIVOS ESPECFICOS

Subsidiar as equipes escolares visando desenvolvimento de prticas e vivncias Protagonismo Juvenil. o em Promover o alinhamento conceitual de Protagonismo Juvenil.

Relacionar o conceito de Protagonismo Juvenil s suas prticas e vivncias. SENSIBILIZAO O Farol O que protagonismo Juvenil? FICHA 1 Alguns alunos notam que grande quantidade de comida jogada fora nas refeies, procuram os professores para que os ajudem na elaborao de uma campanha, com o objetivo de conscientizar

os estudantes sobre o desperdcio de alimentos. FICHA 2 A Coordenao Pedaggica seleciona alunos para recepcionarem os pais, incumbncia de encaminh-los ao local da e de distribuir a pauta elaborada pela escolar. alguns com a reunio

gesto FICHA 3 Os professores do 8 ano A decidiram que os alunos vo apresentar na Feira das Naes, comidas tpicas da Bahia. A pesquisa e a elaborao dos pratos ficaram por conta dos alunos. FICHA 4 Um aluno decide reunir sua classe para aderir Campanha do Agasalho. Pede ajuda para o

professor de matemtica que prontamente, desenvolve um roteiro das aes seguintes. ETIMOLOGIA DA PALAVRA PROTAGONISMO PALAVRA FORMADA POR DUAS RAZES GREGAS PROTO O PRIMEIRO O PRINCIPAL AGON AGONISTES

LUTA LUTADOR Extrado do manual Afetividade e sexualidade na educao um novo olhar da SE de Minas Gerais e Fundao Odebrecht. PROTAGONISMO JUVENIL PRINCPIO Norteia o processo. Jovem autnomo,

solidrio e competente. PREMISSA PROTAGONISMO Permeia todas as aes da escola, consiste na criao de espaos e condies. METODOLOGIA

Fortalece o Princpio e a Premissa, apoia as prticas e vivncias. Processo em que o adolescente e o jovem, ao desenvolver suas potencialidades, se compreendem tanto como sujeito quanto objeto de suas aes. O que Protagonismo Juvenil? LC 1.164, de 4 de Janeiro de 2012 alterada pela LC 1.191, de

28 de Dezembro de 2012 Artigo 2 Protagonismo Juvenil VII - Processo pedaggico no qual o aluno estimulado a atuar criativa, construtiva e solidariamente na soluo de problemas reais na escola, na comunidade e na vida social. O ADOLESCENTE E O JOVEM NO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL AUTNOMO Capaz de avaliar e decidir baseado nas suas crenas,

valores e interesses. COMPETENTE SOLIDRIO Capaz de envolver-se como parte da soluo e no do problema. Capaz de planejar o que quer para o futuro, a partir de uma base slida de conhecimentos e valores que o apoiaro na

tomada de decises em direo continuidade dos seus estudos. COMO RESULTADO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS DA ESCOLA A Prtica Pedaggica Fonte de liberdade Fonte de iniciativa Porque ser capaz de agir , no sendo apenas

um expectador do processo pedaggico. Parte do seu processo de crescimento como pessoa e como cidado. Fonte de Compromisso Adolescente e Jovem Porque responder pelos seus atos, sendo

consequente nas suas aes, assumindo a responsabilidade tanto pelo que faz quanto pelo que deixa de fazer. Sesso de Estudos O que ganhamos Adolescente/Jovem

Autonomia Autodeterminao Capacidade de iniciativa Capacidade de Planejamento Autoconfiana Altrusmo Perseverana Sociedade Alternativas para enfrentar e resolver

problemas que a desafiam permanentemente; Descoberta e valorizao do perfil generoso, energtico, empreendedor e criativo da sua JUVENTUDE. ENCAMINHAMENTO A partir da leitura do texto e do painel construdo por vocs, discutam o seguinte roteiro: Formas de participao do jovem; Participao autntica caractersticas; Papel do educador frente s aes protagonistas. O ADOLESCENTE E O JOVEM NO

PROGRAMA ENSINO INTEGRAL AUTNOMO Capaz de avaliar e decidir baseado nas suas crenas, valores e interesses. COMPETENTE SOLIDRIO Capaz de envolver-se como parte da soluo e

no do problema. Capaz de planejar o que quer para o futuro, a partir de uma base slida de conhecimentos e valores que o apoiaro na tomada de decises em direo continuidade dos seus estudos. COMO RESULTADO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS DA ESCOLA Formas de participao do jovem a participao nela

mesma apenas uma mensagem adultos determinam e controlam o que o jovem vai fazer MANIPULADA DECORATIVA jovens apenas marcam presena, sem influir no seu curso, sem

transmitir nada. SIMBLICA OPERACIONAL jovens participam apenas da execuo da ao Participao Autntica do Adolescente/Jovem PARTE DA SOLUO E NO DO PROBLEMA

PARTICIPAO ATIVA, CONSTRUTIVA E SOLIDRIA ADOLESCENTE JOVEM AUTOR DE SUA PRPRIA HISTRIA E CO-AUTOR DA HISTRIA DA COMUNIDADE E DA SOCIEDADE NA QUAL VIVE

PARTICIPAM DE FORMA VOLUNTRIA E ESPONTNEA PADRES DE RELACIONAMENTO Etapas Dependncia Colaborao Autonomia

1 A Iniciativa da ao Iniciativa unilateral dos educadores Educadores discutem se devem ou no assumir uma iniciativa A iniciativa da ao parte dos prprios jovens

2 O Planejamento da ao Educadores planejam sem a participao dos jovens Educadores e jovens planejam juntos a ao Jovens planejam o que ser feito 3 A Execuo da

ao Educadores executam e os jovens recebem a ao Educadores e jovens executam juntos a ao planejada Jovens executam o que foi planejado 4 A Avaliao da

ao Educadores avaliam os jovens Educadores e jovens discutem o que e como avaliar a ao realizada 5 A Apropriao dos resultados da ao

Resultados apropriados pelos educadores Educadores e jovens compartilham os resultados da ao planejada Jovens avaliam a ao realizada Jovens se apropriam dos resultados

Na Escola, preciso Conceber os adolescentes/jovens como fontes e no simplesmente como receptores ou porta-vozes daquilo que os adultos dizem ou fazem com relao a eles; Assegurar a criao de espaos e de mecanismos de escuta e participao; No conceber Protagonismo Juvenil enquanto projetos ou aes isoladas, mas como participao autntica dos adolescentes e jovens. Criar espaos para que o jovem possa empreender ele prprio a realizao das suas potencialidades pessoais e sociais. O Papel do Educador diante do Adolescente/Jovem Protagonista AJUDAR

ZELAR FAVORECER JOVEM ED OR D A UC EMPENHAR-SE COLABORAR

Participao na Sala de aula Uso da Sala de Leitura Clube Juvenil Conselho Participativo Grmio Estudantil Liderana de Turma

Monitoramento dos Guias de Aprendizagem Organizao dos Horrios da refeio Acolhimento Prticas de PJ Entre outras...

Assegurar a criao de espaos e de mecanismos de escuta e participao. LDERES DE TURMA Lder de Turma o aluno que, indicado e eleito pelos colegas, desempenha importante papel de represent-los junto equipe escolar, especialmente junto direo da escola. Liderana Trabalho em equipe Gesto

Convivncia com as diferenas Responsabilidade CLUBES JUVENIS Os Clubes Juvenis constituem um dos espaos privilegiados que se destinam prtica e vivncia do Protagonismo Juvenil, principalmente no que se refere autonomia e capacidade de organizao e gesto dos estudantes. Clube da dana

GRMIO ESTUDANTIL Lei N 7.398, de novembro de 1985 Lei N 8.069, de 13 de julho de 1990 Lei N 9.394, de 20 de dezembro de 1996 O grmio a entidade representativa dos interesses dos estudantes de cada escola, pois permite que os alunos discutam, criem e

fortaleam inmeras possibilidades de ao tanto no prprio ambiente escolar como na comunidade. nt e s e r Rep o a sse

e r e t in d os e t n a d u est s tica e

cidadania Protagonismo Juvenil AULAS DE PROTAGONISMO JUVENIL ENSINO FUNDAMENTAL A Matriz Curricular proposta para as aulas considera as seguintes premissas, detalhadas no quadro abaixo, referentes aos Anos Finais do Ensino Fundamental. Ano Tema central Discusso

6 A escola na qual queremos estudar. A escola como ambiente propiciador de oportunidades para o conhecimento, a vida, o trabalho e a cidadania. A comunidade na escola. A escola como ambiente propiciador de relaes comunitrias. As interaes na comunidade escolar para o fortalecimento do Projeto de vida dos alunos.

7 8 9 Minha escola e minha famlia. O papel e o valor desta escola para a famlia e o papel da famlia para esta escola. A minha escola e a comunidade. A comunidade como ambiente propiciador de

oportunidades para o conhecimento, a vida, o trabalho e a cidadania. Metodologia Vivncia de projetos coletivos O fundamental acreditar sempre no potencial criador e na fora transformadora dos jovens. Antonio Carlos Gomes da Costa

ENCONTRO DE FORMAO PARA EQUIPES ESCOLARES DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL DISCIPLINAS ELETIVAS Janeiro - 2014 Objetivo da Oficina Apresentar os conceitos fundamentais das Disciplinas Eletivas e sua estrutura. LDB Constituio do Currculo Art. 26. Os currculos do Ensino Fundamental e mdio devem ter uma Base Nacional Comum, a ser complementada, em cada

sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas caractersticas regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela. Organizao da Matriz Curricular Base Nacional Comum + Parte Diversificada (Atividades Complementares) Res. SE 52/2014 Pargrafo nico - As matrizes curriculares, a que se refere o caput deste artigo, sero implantadas em todas as turmas do Ensino Fundamental Anos Finais e do Ensino Mdio, compreendendo as disciplinas da Base Nacional Comum e da Parte Diversificada, includas as Atividades Complementares.

Articulao Base Nacional Comum e Parte Diversificada Base Nacional Comum - Linguagens, - Matemtica, - Cincias da Natureza, - Cincias Humanas Atividades Complementares Parte Diversificada - Lngua Estrangeira Moderna, - Disciplinas Eletivas, - Atividades Complementares - Orientao de Estudos,

- Projeto de Vida, - Protagonismo Juvenil (EF), - Preparao Acadmica (EM), - Introduo ao Mundo do Trabalho (EM) - Prticas Experimentais (EF), - Prticas de Cincias (EM Matriz Curricular: Disciplinas Eletivas Ensino Fundamental Parte Diversificada 6 ano Disciplinas Eletivas

ENSINO MDIO Parte Diversificada Disciplinas Eletivas 7 ano 2 8 ano 2

9 ano 2 2 1 srie 2 srie 3 srie 2

2 2 Resoluo SE 49 de 19/07/2013 Refinando o olhar PROGRAMA DE ENSINO INTEGRAL https://www.youtube.com/watch?v=3Xdb0dx8bKM As Disciplinas Eletivas nas escolas do Programa

Ensino Integral... ...possibilitam a diversificao das experincias escolares com finalidade de aprofundar, enriquecer e ampliar estudos relativos s reas de conhecimento da Base Nacional Comum. Disciplinas Eletivas Devem possibilitar ao aluno participar: da construo do currculo escolar; da ampliao, diversificao e/ou aprofundamento de conceitos, procedimentos ou temticas de uma disciplina ou rea de conhecimento que no so garantidas no espao cotidiano disciplinar. do desenvolvimento de projetos de acordo com os seus interesses relacionados aos seus Projetos de Vida e/ou da comunidade a que pertencem.

da preparao para a futura aquisio de capacidades especficas e de gesto para o mundo do trabalho, dentre outras. Diretrizes do Programa Ensino Integral - SEE Estrutura das Disciplinas Eletivas nas Escolas de Ensino Integral Situaes didticas diversificadas Foco Principal Desenvolvimento e consolidao das reas de ensino Como

De forma contextualizada Atividades de prticas sociais e produtivas Disciplinas Eletivas rompem com a concepo de projeto como atividade extra curricular Estudos focalizados Situaes problema selecionadas pela equipe escolar ORGANICAMENTE INTEGRADOS AO CURRCULO

Parte Diversificada decisiva na construo da identidade de cada escola Temas livres de escolha dos Professores Assuntos relevantes Elaboradas por grupo de professores das

disciplinas distintas Organizao Semestral Atreladas Base Nacional Comum Disciplinas Eletivas Interesse dos

estudantes Participao obrigatria dos estudantes. Responsabilidades dos Docentes Publicar as ementas Construir Plano e explicitar por meio de ementa Ofertar conjunto de

opes de eletivas Divulgar as eletivas DOCENTES Preparar a culminncia Resoluo SE n 49, de 19-7-2013 Dispe sobre a organizao e o funcionamento das escolas estaduais do Programa Ensino Integral, de que trata a Lei Complementar n 1.164, de 4 de janeiro de 2012, e

d providncias correlatas Artigo 9 Os componentes curriculares da Parte Diversificada, exceto Lngua Estrangeira Moderna, sero avaliados na conformidade da legislao pertinente, porm as notas atribudas no interferiro na definio da situao final do desempenho escolar do aluno, em termos de promoo/reteno, ao trmino do ano letivo. 1 - As Disciplinas Eletivas, de durao e avaliao semestrais, tero nota atribuda mediante deciso consensual dos docentes envolvidos, observando-se os critrios de participao e envolvimento do aluno (desenvolvimento das atividades e pontualidade em sua entrega), de assiduidade, de mudana de atitude, domnio de contedo e uso prtico dos quatro pilares da educao. 2 Para a avaliao, de que trata o pargrafo anterior, devero ser utilizados diferentes instrumentos, tais como: ficha para registros sobre o desempenho do aluno,

portflios, observao pelo professor, uso de agenda, entre outros. Necessidades inegociveis no trabalho com as Disciplinas Eletivas Controle sistemtico do trabalho por meio da avaliao. Temtica das propostas que dialogue com as metas estabelecidas e resultados esperados pela escola. Temtica das propostas que dialogue com o Projeto de Vida dos alunos (para as escolas ingressantes no Programa, considerar o material produzido no Acolhimento). Correspondncia entre metodologias, opes curriculares e necessidades dos alunos.

Necessidades inegociveis no trabalho com as Disciplinas Eletivas Liberdade metodolgica do professor. Clareza para os alunos do que e de como o funcionamento das disciplinas eletivas. 2 aulas semanais acontecendo simultaneamente para todos os alunos. Estudantes com liberdade de agregarem-se por rea de interesse, independentemente de suas turmas de origem. Organizao temtica de modo a contemplar todas as reas do conhecimento definidas no currculo escolar (todas as disciplinas). Necessidades inegociveis no trabalho com as Disciplinas Eletivas Propositura de temas e de prticas pedaggicas interdisciplinares.

Tratar o espao das eletivas como momento / oportunidade de construo de novos conhecimentos e no como espao de continuidade dos trabalhos j desenvolvidos em sala de aula. Respeito s regras do trabalho: oferta semestral, compulsoriedade na participao dos alunos, produto final a ser apresentado para toda a escola (culminncia). Existncia de agenda de estudo dos professores. O que antecede a opo do aluno ? Publicao da ementa Divulgao da disciplina eletiva Manifestao do interesse do aluno (inscrio) Definio dos critrios da inscrio Divulgao dos inscritos por Disciplinas Eletivas

Atividade em grupo 30 min. Elaborar itens de um plano de Disciplina Eletiva PLANO DE DISCIPLINA ELETIVA Reunidos em grupos de at 5 componentes, leiam coletivamente o cenrio (prximo slide) e preencham os seguintes itens de um plano de Disciplina Eletiva que tenha foco em sustentabilidade: - Ttulo; - Ementa; - reas de conhecimento / Disciplinas; - Objetivos; - Habilidades. Atividade em grupo - Cenrio

A partir da anlise da produo dos estudantes no Acolhimento, a equipe escolar da Escola Estadual Orqudea Azul constatou que as aspiraes de vrios alunos esto relacionadas a temas como Meio Ambiente, Direitos do Cidado, Empreendedorismo, entre outros. Ao ser cruzadas as informaes referentes ao Acolhimento com as metas de aprendizagem da escola, o Professor Coordenador Geral, com apoio dos professores, identificou as prioridades que podem ser atendidas pelas Disciplinas Eletivas. Uma das prioridades resultantes desta anlise refere-se possibilidade de trabalhar de maneira interdisciplinar com o tema Sustentabilidade. Socializao Um representante de cada grupo deve apresentar aos demais participantes as

consideraes, de seu grupo, sobre os itens propostos. Disciplinas Eletivas: Conhecendo um pouco mais Tecnologia Ideias em Movimento E.E. Reverendo Augusto Paes de vila Praia Grande MINISTRIO DA EDUCAO, SECRETARIA DE EDUCAO BSICA. Cincias da natureza, matemtica e suas tecnologias. Orientaes curriculares para o ensino mdio:vol.2.-Braslia: MEC,2006. MINISTRIO DA EDUCAO, SECRETARIA DE EDUCAO BSICA. Parmetros curriculares nacionais bases legais (ensino mdio). Braslia, 2000. Parte I - Bases Legais SECRETARIA DA EDUCAO. Currculo do Estado de So Paulo: Cincias da natureza e suas tecnologias 1.ed. atual.-So Paulo: SEE, 2011

SECRETARIA DA EDUCAO. Currculo do Estado de So Paulo: Cincias humanas e suas tecnologias 1.ed. atual.-So Paulo: SEE, 2011 SECRETARIA DA EDUCAO. Currculo do Estado de So Paulo: Linguagens, cdigos e suas tecnologias 1.ed. atual.-So Paulo: SEE, 2011 SECRETARIA DA EDUCAO. Currculo do Estado de So Paulo: Matemtica e suas tecnologias 1.ed. atual.-So Paulo: SEE, 2011 MINISTRIO DA EDUCAO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAO, CMARA DE EDUCAO BSICA. Resoluo n 2, de 30 de janeiro 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Mdio. SO PAULO (Estado). Lei Complementar n. 1.164, de 4 de janeiro de 2012. Institui o Regime de Dedicao Plena e Integral - RDPI e a Gratificao de Dedicao Plena e Integral -GDPI aos integrantes do Quadro do Magistrio em exerccio nas Escolas Estaduais de Ensino Mdio de Perodo Integral, e d providncias correlatas. SO PAULO (Estado). Lei Complementar n. 1.191, de 28 de dezembro de 2012. Dispe sobre o Programa Ensino Integral em escolas pblicas estaduais e altera a Lei Complementar n 1.164, 4 de janeiro de 2012, que institui o Regime de Dedicao Plena e Integral - RDPI e a Gratificao de Dedicao Plena e Integral GDPI aos integrantes do Quadro do Magistrio em exerccio nas Escolas Estaduais de Ensino Mdio de Perodo Integral, e d providncias correlatas OBJETIVO ESPECFICO DA FORMAO

Compreender que a Tutoria tem como propsito acompanhar o desenvolvimento do aluno com vistas a potencializar a sua formao acadmica para a construo de seu Projeto de Vida. http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v =Pz4vQM_EmzI ATIVIDADE REFLEXIVA 1 Quais as relaes que podemos estabelecer entre o vdeo e a ao de Tutoria, prevista no modelo de escolas de Ensino Integral?

ATIVIDADE REFLEXIVA 2 Utilizando a tcnica do cochicho, leia as frases e analise se as ideias explicitadas so adequadas ou no para o desenvolvimento da Tutoria nas escolas de Ensino Integral. Justifique. FRASES Ainda que se fale da tutoria acadmica, na prtica, o aluno precisar de um tutor pessoal, tendo em vista que no acadmico todos os professores j atuem. Dependendo da necessidade do aluno, a tutoria pode servir como um div!. O Tutor deve conhecer o PV do aluno e o portflio do processo de

construo do mesmo. A tutoria atende exclusivamente alunos com alta vulnerabilidade social e com dificuldades de aprendizagem. A tutoria essencial para apoiar o desenvolvimento do Projeto de Vida dos alunos. importante harmonizar ensino e orientao, que so as duas faces da mesma moeda: a educao. ETIMOLOGIA A palavra TUTOR deriva do latim ttor,ris, "guarda, defensor, protetor, curador, tutor", do verbo do latim tardio tuo,s,re, "ter debaixo da vista, defender, proteger.

[Fonte: Dicionrio Eletrnico Houaiss] O TUTOR ... ...o responsvel pelo acompanhamento pedaggico do aluno. Aquele que deve considerar a trajetria escolar e potencializar a formao acadmica para a realizao do seu Projeto de Vida. CARACTERSTICAS DO TUTOR QUALIDADES HUMANAS (O SER do Tutor) Empatia;

Sociabilidade; Comunicabilidade; Maturidade intelectual e emocional. QUALIDADES CIENTFICAS (O SABER do Tutor) Conhecimento sobre o Currculo, as questes que envolvem o mundo jovem, o mundo do trabalho, etc. QUALIDADES TCNICAS (O SABER FAZER do Tutor) Capacidade de motivao, orientao,

planejamento e replanejamento. CAMPO DE ATUAO AMPLO E DIVERSIFICADO S E A T N E I R

O CONJUNTO DE AES O I O P A Acadmica Profissional (E.M.) PROJETO DE VIDA

A ESCOLHA DO TUTOR ADMIRAO AMIZADE INTERESSE F P A T I E

L E EMPATIA VNCULO O N U L A O

CONFIANA SEGURANA RESPEITO ENCONTRO DE FORMAO PARA EQUIPES ESCOLARES DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL ORIENTAO DE ESTUDOS Janeiro - 2015 Objetivo da Oficina Orientao de Estudos

Analisar como podemos transformar os procedimentos de estudo em contedos de ensino. Devemos criar as condies para que os alunos aprendam a estudar e sejam cada vez mais capazes de faz-lo com autonomia. Conceber o estudo como objeto de ensino uma responsabilidade da escola. Delia Lerner ORIENTAO DE ESTUDOS Especificidade: assegurar momentos especficos onde o aprender a estudar ganhe centralidade nas prticas de ensino.

Aprender a estudar condio primordial para o desenvolvimento da autonomia de nossos estudantes. Matriz Curricular: Orientao de Estudos Ensino Fundamental Atividades Complementares Orientao de Estudos Ensino Mdio Atividades Complementares Orientao de Estudos

6 ano 7 ano 8 ano 9 ano 4 4 2

2 1 srie 2 srie 3 srie 4 2 2

Resoluo SE 52 de 02/10/2014 Como vocs estudavam? Vocs j aprenderam na escola procedimentos de estudos? Relate. De que procedimentos vocs lanam mo hoje quando precisam estudar para um curso ou concurso? Quais as dificuldades encontradas e quais as estratgias que vocs usam para estudar? Para incio de conversa... Walkiria Rigolon EM ORIENTAO DE ESTUDOS FAZ-SE NECESSRIO:

Reconhecer a necessidade e importncia da aquisio de hbitos e rotinas de estudo. Reconhecer a necessidade de elaborao de um Plano de Estudo Individual. Reconhecer a necessidade de organizao do tempo de estudo e de elaborao de uma agenda pessoal. Organizar o material escolar. EM ORIENTAO DE ESTUDOS FAZ-SE NECESSRIO: Refletir e discutir com os alunos sobre suas vivncias e experincias em relao ao ato de estudar na escola e fora dela. Compreender a diferena entre intensidade e qualidade de estudo.

Apropriar-se dos procedimentos de estudo (ex: grifo, resumo, resenha, esquema, etc). A atividade de estudo apoia-se: Na leitura, como forma de aproveitamento dos subsdios disponibilizados por fontes escrita; Pela produo escrita, como forma de anlise e reflexo acerca do que se estuda. Antonio Joaquim Severino Ensinar e Aprender com pesquisa no Ensino Mdio As condies didticas para o ensino dos procedimentos de estudo devem garantir:

Formar leitores e escritores competentes; Articular os propsitos didticos com propsitos comunicativos; Estabelecer garantia do tempo necessrio para o desenvolvimento dos procedimentos de estudo; Favorecer a autonomia diante de situaes problema; Equilibrar as situaes didticas tendo como foco sempre a aprendizagem. Quantidade nem sempre sinnimo de qualidade ESTUDAR MUITO ESTUDAR DIREITO

NO O QUE PODE SER CONSIDERADO NAS AULAS DE ORIENTAO DE ESTUDOS Utilizar as aulas de Orientao de Estudos como espao de reforo escolar das disciplinas dadas Permitir que os alunos mantenham-se "soltos" nas atividades em sala de aula Trabalhar sem articular sua prtica com a dos demais professores da escola Permitir que os alunos utilizem as aulas de Orientao de Estudos para fazer dever de casa Aceitar que as aulas terminem sem um produto entregue ao professor

responsvel pela aula de Orientao de Estudos. O QUE TRABALHAR COM ORIENTAO DE ESTUDOS Trabalhar com atividades estruturadas e programadas pelo Professor responsvel pela turma de OE. Organizar grupos de alunos a partir de suas demandas de aprendizagem (o que inclui a necessidade de definir hbitos e rotinas de estudo). Dialogar com os demais professores da unidade para compreender os avanos e as dificuldades dos alunos. Conhecer as agendas de trabalho dos professores das escola (tarefas dadas e prospectadas).

Conhecer a agenda de trabalho dos alunos. Transitar entre diversas possibilidades de trabalho simultneas na mesma sala de aula. Orientar estudos de forma transdisciplinar. Manter uma rotina de trocas que permitam avaliar o progresso ou a possvel manuteno de dificuldades dos alunos. UMA FORMA DE ESTUDAR: GRIFO/ANOTAO Texto: Os esteretipos e os preconceitos Ciro Marcondes Filho Os esteretipos e os preconceitos - grifos 1

Esteretipos so ideias, imagens, concepes a respeito de pessoas, objetos, fatos etc., que as pessoas criam, aprendem ou simplesmente repetem, sem avaliar se so ou no verdadeiros so vcios de raciocnio. 2 EXEMPLIFICANDO Quando aparece na televiso um cozinheiro, o tipo que se constri dele o de um sujeito de avental branco, com um chapu de mestre-cuca, em geral, com uma colher de pau na mo. Este o esteretipo do cozinheiro. Uma empregada seria um tipo de mulher, em geral negra, com avental azul-marinho, fazendo limpeza, comida ou cuidando do beb. O leitor poder imaginar uma srie de outros esteretipos (o mecnico, a vov, o mdico etc.

3 O problema com os esteretipos que essas figuras no so reais, ou seja, elas representam ideias que ns temos na cabea, mas ideias fixas, permanentes, imutveis. H muitos tipos de cozinheiros; se ns formos visitar os restaurantes, os tipos humanos sero bastante diferentes um dos outros. O mecanismo do esteretipo age, no para criar um personagem que no existe, no sentido de fazer que a gente vicie nossa observao e reconhea como cozinheiro, empregada, mdico, professor etc. somente aqueles modelos prontos, terminados, ou seja, esses modelos oficiais. Mas qual o motivo dessa discusso toda? 4 A questo que os esteretipos so os responsveis pela criao de preconceitos, isto , racismos, segregaes e comportamentos dessa natureza. O preconceito algo condenvel, porque impe uma ideia de uma pessoa que est a minha frente sem que eu a conhea. Se me aparecem duas candidatas a um emprego, uma bonita e sensual outra feia e franzina,

minha tendncia ser a de escolher a moa bonita, no porque ela seja melhor, mas porque ela corresponde ao esteretipo da mulher interessante. Eu passo a ver a segunda candidata como algum incapaz para o servio, porque sua imagem externa me leva a isso. O problema que, se eu contrato a primeira sem conhec-la de fato, mas s pela aparncia, estarei no s agindo com preconceito (pois o esteretipo ocupou o lugar da pessoa, a ideia ocupou o lugar do ser humano), como terei tomado uma deciso errada, pois ela poder ser uma pssima funcionria. 5 O esteretipo, portanto, embora seja usado em toda a parte (nos anncios, na televiso, no cinema), algo que faz as pessoas verem errado, raciocinarem de forma incorreta, pois tira aos sujeitos a capacidade de pensar, ponderar, considerar e avaliar pessoas, fatos e ideias. Se isto no feito age-se de forma preconceituosa.

PROCEDIMENTOS ENVOLVIDOS NA ATIVIDADE Leitura global (silenciosa ou em voz alta, compartilhada); Releitura com localizao (grifar, anotar, numerar, asterisco) e registro (anotar ao lado do texto) das partes mais importantes; Grifos; Anotaes. Princpios didticos para o ensino dos procedimentos de estudo Levantamento dos conhecimentos prvios. Compartilhamento do procedimento que ser ensinado. Contextualizao. Modelizao. Sistematizao.

Divulgao dos procedimentos de estudo aprendidos. Interdisciplinaridade. A Competncia leitora e escritora e a Orientao de Estudos Faz-se necessrio ter clareza dos objetivos da disciplina. Utilizar nas aulas textos das diferentes disciplinas e reas do conhecimento, que favoream a prtica do ler para estudar. Estabelecer novos vnculos sociais Os professores de Orientao de Estudos deve discutir com os demais professores quais os procedimentos de estudos mais adequados a serem adotados nas aulas e nos projetos de pesquisa. Promover, nas aulas de Orientao de Estudos, a autoavaliao dos algum a voltar a estudar

estudantes acerca dos procedimentosIncentivar de estudo aprendidos. Insero no mundo do Trabalho Planejamento das aulas de Orientaes de Estudo Definir quais os procedimentos de estudo que sero aprofundados a cada bimestre, em cada ano escolar. Garantir que os procedimentos de estudo sejam atividades permanentes nesta disciplina. Organizar sequncias didticas e ou projetos que envolvam os procedimentos de estudo trabalhados. Planejar atividades a partir do dilogo com professores das disciplinas que compem

a Base Nacional Comum. NIVELAMENTO OBJETIVOS ESPECFICOS 1. Compreender o Processo do Nivelamento. 2. Conhecer e analisar o Plano de Ao do Nivelamento. 3. Identificar evidncias e constataes do monitoramento do Processo do Nivelamento.

Retomada de conceitos Recuperao na rede estadual A recuperao da aprendizagem constitui mecanismo colocado disposio da escola e dos professores para garantir a superao de dificuldades especficas encontradas pelos alunos durante o seu percurso escolar. Programa Ensino Integral Nivelamento Ao emergencial que visa promover as habilidades bsicas no desenvolvidas nos anos escolares anteriores ao do ano/srie em curso, em consonncia com o processo de recuperao da aprendizagem do sistema estadual de ensino de So Paulo. As atividades de nivelamento so desencadeadas a partir de uma

avaliao diagnstica que identifica as habilidades bsicas necessrias para que os alunos possam acompanhar plenamente o Currculo da srie/ano em curso. Programa Ensino Integral Nivelamento Objetivo Oferecer aos alunos com defasagem de aprendizagem em relao s habilidades previstas no Currculo dos anos/sries anteriores, melhores condies para acompanhar e desenvolver os conhecimentos e habilidades previstos para a srie/ano em curso. Nivelamento

Tem incio a partir das necessidades de aprendizagem identificadas por meio da 1 Avaliao Diagnstica Nivelamento Avaliao Diagnstica Objetivos Verificar o nvel de aprendizado real dos alunos; Acompanhar a aprendizagem das turmas e do aluno de forma individualizada; e Fornecer indicadores para que a escola possa traar seu Plano de Ao de

Nivelamento (PAN). () Aps a aplicao da Avaliao Diagnstica PCG organizar a correo com os professores; Os resultados devero ser digitados no SARA conforme orientao da SEE. Os resultados so sintetizados em documento que informa os indicadores por componente curricular, aluno, turma, ano/srie e escola, e o desempenho nas habilidades avaliadas, de modo a gerar o Plano de Ao de Nivelamento. Aspectos que podem contribuir com o xito do Processo do

Nivelamento: A tabulao precisa dos dados/indicadores referentes ao desempenho dos estudantes; A anlise criteriosa dos dados e o levantamento de hipteses em relao s defasagens apresentadas pelos estudantes; A proposio de aes de carter interdisciplinar que favoream o desenvolvimento das habilidades previstas na matriz da avaliao diagnstica; O acompanhamento/monitoramento sistemtico das aes propostas; A promoo de ajustes/adequaes nas aes quando for constatado que elas no tm sido exitosas. Nivelamento Premissa 1 = Protagonismo Juvenil

Plano de Ao Metas 1. Melhoria dos resultados das avaliaes internas. 2. Melhoria nas taxas de rendimento escolar. Estratgia: 1. Anlise do processo de aprendizagem e elaborao de aes contnuas de melhoria a partir de resultados das avaliaes internas, em articulao com os resultados das avaliaes externas Aes:

1.Aplicar avaliao diagnstica 2.Analisar os resultados e elaborar o PAN com a contribuio de toda a equipe escolar. 3.Nivelar as defasagens de aprendizagem identificadas no acompanhamento. 4.A partir dos resultados da avaliao em processo, produzir 5.anlise (indicadores, grficos e demais estatsticas) que possam orientar a reconduo do processo de aprendizagem. Estas devem ser socializadas entre docente e alunos. Plano de Ao de Nivelamento Responsveis pelo processo de nivelamento na escola Nivelamento: ao coletiva da escola

Nas disciplinas todos os professores so responsveis, por formular atividades que favoream o desenvolvimento das habilidades que pertencem matriz da Avaliao Diagnstica. Nivelamento: ao coletiva da escola Nas disciplinas de LP e MAT.- professores so responsveis por analisar as habilidades e estabelecer metas e prazos para o Plano de Ao do Processo do Nivelamento. PCAs: Orientadores e acompanhadores das atividades de nivelamento juntamente com o PCG. Acompanham o desenvolvimento do currculo da srie em curso. PCG o responsvel pelas atividades de nivelamento na escola. FORMULRIO METODOLGICO PARA ELABORAO DO PLANO DO NIVELAMENTO

Introduo contendo breve apresentao dos resultados. Leitura, anlise e interpretao dos dados. Aes de interveno (forma de agrupamento, metodologia, evidncia, meta e prazo). Encaminhamentos aps o trmino do nivelamento. Avaliao e reviso de todo o processo (PDCA). Escola: Data: DE: Introduo contendo breve apresentao dos resultados

Descrever expectativas da escola e seus resultados, considerar indicadores e dados presentes no plano de ao da escola Leitura, anlise e interpretao dos dados Ler e analisar o mapa de defasagem da escola e escrever a interpretao deste. Aes de interveno Forma de agrupamento Para trabalhar com a habilidade P, optou-se por agrupar os alunos das turmas da 1 A e 3 B.

A habilidade D ser trabalhada em grupoclasse, pois mais de 80% dos alunos apresentam defasagem. ... Metodologia e Evidncias Grupos produtivos nas aulas de OE; avaliadas atravs de lista de exerccios. Meta Prazo

habilidades Aulas dialogadas/anlise de situaes-problema. Habilidade aferida por meio de produo de texto. 80% 70% 4 aulas 6 aulas

Encaminhamentos aps o trmino do Nivelamento Registrar as aes com foco na superao de defasagens de aprendizagem que ainda podem se fazer necessrias aps o trmino do processo do Nivelamento! Avaliao e reviso de todo processo Aes efetivas Pontos de melhoria Registrar aes de sucesso no processo! Registrar o que precisa ser melhorado! ---/-----/201...

Espao e tempo para o nivelamento Ensino Fundamental: 6 ano 2 aulas de OE + uma aula do currculo de LP e matemtica 7 ano 2 aulas de OE + uma aula do currculo de LP e matemtica 8 ano 1 aulas de OE + uma aula do currculo de LP e matemtica 9 ano 1 aulas de OE + uma aula do currculo de LP e matemtica Ensino Mdio: 1 srie 2 aulas de OE + uma aula do currculo de LP e matemtica 2 srie 2 preparao acadmica + 1 aulas de OE 3 srie 2 preparao acadmica + 1 aulas de OE At 2 avaliao

O MODELO PEDAGGICO PRINCPIOS EDUCATIVOS Protagonismo Juvenil O adolescente e o jovem so considerados como soluo e no como problema. 4 Pilares da Educao Aprender a: conhecer, Fazer,

Viver juntos, Ser Por meio do desenvolvimento das suas competncias. Educao Interdimensional Considera outras dimenses que no apenas a cognitiva. Logos, Pathos, Eros e

Mythus Pedagogia da Presena referncia de toda a ao pedaggica. SISTEMATIZANDO Quais so os sentidos atribudos aos tpicos do dia?

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