CICLO III Nos Dominios da Mediunidade Parte 3 Capitulo 21 a 30

CICLO III Nos Dominios da Mediunidade Parte 3 Capitulo 21 a 30

CICLO III NOS DOMNIOS DA MEDIUNIDADE Captulo - 15 a 30 Sandra Benetti 12-jun-13 Foras Viciadas 15 Com relao ao alcolico: Ele se encontra obsediado porque est embriagado ou est embriagado porque est obsediado? Conforme mencionado no texto: "Achava-se o pobre amigo abraado por uma entidade da sombra, qual se um polvo estranho o absorvesse. Num timo, reparamos que a bebedeira alcanava os dois, porquanto se justapunham completamente um ao outro, exibindo as mesmas perturbaes.". Por que o obsessor tambm sente os efeitos do lcool em excesso, mesmo desencarnado? Quais os efeitos dos vcios para o esprito? A RESPOSTA ENCONTRA-SE NOS 3 PRXIMOS SLIDES

2 Foras Viciadas 15 (cont...) R - O Espiritismo nos ensina que, aquele que se deixa levar pelo vcio do alcoolismo, perde a conscincia e o domnio de suas aes. Torna-se presa fcil de espritos ainda muito atrasados em sua evoluo, viciados, que dele se utilizam como instrumento de satisfao de seus desejos. Como so atrasados espiritualmente, ainda sentem necessidade, mesmo fora da matria, de consumir a bebida. No podendo faz-lo sem o concurso do corpo fsico, utilizam-se do encarnado como instrumento para alcanar seus objetivos, num processo de vampirizao. Ensina-nos, ainda, que o processo de alcoolizao causa danos no apenas no corpo fsico atual como, tambm, no corpo perispiritual, gravando-o com leses que sero levadas aps a desencarnao 3

Foras Viciadas 15 (cont...) R Os centros perispirituais ligados s funes hepticas e digestivas so gravemente atingidos, restando danificados. Em conseqncia, futuramente, com o perisprito lesionado, vai ser plasmado um corpo fsico que ir apresentar leses patolgicas nesses organismos. Para limpar o perisprito desses gravames, sero necessrias outras encarnaes, em corpo doente, que funcionar como um exaustor a expelir as molculas perispirituais enfermas. 4 Mandato Mednico 16 Os mentores espirituais so sempre Espritos Iluminados e infalveis, bem como suas mensagens so isentas de erros?

R.: Dedicam-se ao trabalho de consolo e esclarecimento com denodo e muito amor, so verdadeiros apstolos da fraternidade. Mas no so seres j sublimados. Ainda necessitam do remdio da reencarnao para alarem novos posies na hierarquia espiritual. Reencarnaro uma vez mais no seio do mundo fsico, sem que, contudo, sejam compelidos a passarem pelos dolorosos processos expiatrios que com freqncia presenciamos no Planeta, por j terem se despojados das imperfeies mais graves e por j no mais praticarem o mal. 5 Servio de Passe 17 Qual a importncia da prece antes de se iniciar o servio de passe? R.: A prece tem um papel de grande relevncia como providncia preliminar ao servio de passe. Atravs da prece, como explica o orientador espiritual Conrado, o mdium passista atrai "vigorosa corrente mental", fortalecendose, espiritualmente e expulsando de seu ntimo "sombrios remanescentes da atividade comum que trazem do crculo dirio de luta". Em outras palavras, a prece funciona como um elemento isolante dos problemas terrenos, colocando o trabalhador em sintonia com o

plano maior. Tambm por meio da prece, impregna-se de "substncias renovadoras" hauridas no plano espiritual, que o auxiliaro ao trabalho eficiente em favor do prximo. Com as foras renovadas, o trabalhador passista o primeiro beneficiado pela transfuso de energias que se opera atravs do passe. Por esse motivo, no sofre o passista qualquer desgaste fsico ou mental, pois apenas transmite ao paciente o que recebe dos benfeitores espirituais. 6 Apontamentos Margem 18 Que benefcios o intercmbio medinico pode trazer para encarnados e desencarnados? R.: o intercmbio medinico possibilita aos que se encontram encarnados colaborarem, como mdiuns, com os benfeitores do plano espiritual, no servio de amparo e orientao aos que se encontram em trnsito pelo mundo carnal. Colaborando com os Espritos executores dos planos de Jesus, estaro se creditando a, no futuro, quando retornarem ao plano espiritual, receberem o amparo to necessrio nesse momento de transio entre uma e outra forma de vida.

Como explicou ulus, "os homens, cooperando com os Espritos esclarecidos e benevolentes, atraem simpatias preciosas para a vida espiritual, e as entidades amigas, auxiliando os reencarnados, estaro construindo facilidades para o dia de amanh, 7 quando de volta lide terrestre." Dominao Teleptica 19 O pensamento exterioriza e projeta, formando imagens e sugestes que arremessa sobre os objetivos que se prope atingir. A qumica mental vive na base de todas as transformaes, porque realmente evolumos em profunda comunho teleptica com todos aqueles encarnados ou desencarnados que se afinam conosco.

E como solucionar o problema da antipatia contra ns? A melhor maneira de extinguir o foco recusarlhe combustvel. 8 Dominao Teleptica 19 Teonilia traz a situao de Ansia , me de 3 filhas e a me em estado terminal. Seu esposo Jovino estava fascinado por outra mulher e no correspondia a suas responsabilidades domesticas. O Instrutor percebe a presena de uma mulher e Ansia sente a emanao de sua raiva mesmo a distancia e sentiu-se mal com sua presena.

Ambas encarnadas travavam diariamente por sintonia neste conflito espiritual em um reencontro de desafetos do passado. 9 Mediunidade e Orao 20 Ansia sua filha lia o Evangelho e orava por sua me no leito de morte. Como uma hipnose Ansia desdobrou-se e saiu do corpo. Viu Aulus e Teonilia sua amiga, mas buscava Jovino. Aulus explicou que quando duas almas vivem juntas ficam ligada pela emanao magntica, superando

obstculos e distancias. Ansia entrou em um bar onde viu Jovino seu esposo com uma outra mulher. Ficou muito abalada. Teonilia disse que ela pedira ajuda e que eles estavam l para ajuda-la a se recompor. Ela diz ter sido trada por Jovino e Aulus explica que o casamento eh uma escola para que as almas se reaproximam. 10 Mediunidade e Orao 20 Aulus diz: Voc ignora que no educandrio h professores e alunos?

Desconhece que os melhores devem ajudar aos menos bons? Compadea-se do engano do outro. Em todos os processos de nosso intercmbio com os encarnados, desde a mediunidade torturada mediunidade gloriosa, a prece abenoada luz, assimilando corrente superiores de fora mental que nos auxiliam no resgate ou na ascenso.. 11 Mediunidade no leito de morte 21 Atendimento ao desligamento de Dona Elisa

Apresentava vises sendo perseguida por um homem que queria assassin-la e via enormes aranhas e serpentes em seu quarto que a deixavam desesperada. O esclarecimento ou fixao mental promovera consolo ou desespero no desligamento do Ser. 12 Mediunidade no leito de morte 21 Evocao de seu filho Olmpio que fora assassinado por envolvimento com alcoolismo e sua condio mental. Continuando no mundo espiritual com o vicio e as companhias prolongando seus excessos. Devido a insistente evocao de Dona Elisa ele veio viver em seu lar. Com a liberao do vaso fsico, foi-se transferindo o campo emotivo do circulo da carne para a esfera espiritual , passando compulsoriamente a sofrer o influxo pernicioso da entidade que ela prpria trouxe para junto de si. Usando a sua vontade e o pensamento e ele maneira de planta parasitria foram sintonizando

na mesma faixa de impresses. Elisa enfraquecida submeteu-se ao domnio de Olmpio sentindo todo seu pavor e desequilbrio. 13 Mediunidade no leito de morte 21 Como num processo de incorporao Elisa absorve os fluidos mentais de Olmpio, captando suas sensaes de desequilbrio. Muitas vezes, pedimos o que no conhecemos, recolhendo o que no desejamos. 14 Mediunidade no leito de morte

21 Envolvida na onda de foras, nascida de sua prpria obstinao, afastou-se, ligeira, em rumo da cidade em que se lhe situava a parenta. Dezenas de quilmetros foram instantaneamente vencidos. Ela chama sua irm Matilde, e ela sente que Elisa partiu. Todos podem fazer isso desde que concentrem sua prpria forca mental. O desligamento no pode ser feito pelos amigo e sim por espritos especializados neste 15

trabalho. Emerso do passado 22 Na reunio medinica uma mdium em trabalho pede socorro: Covarde! Por que apunhalar, assim, uma indefesa mulher? Serei totalmente culpada? Meu sangue condenar seu nome infeliz... Raul o dirigente pede que a senhora perdoe. Ela diz : O senhor sabe o que vem a ser uma lmina enterrada em sua carne? Estou cansada de esperar por justia. Um homem desencarnado a fitava mas Hilrio e Andr no viam a entidade ligada a mdium. Cristalizao Mental Dependendo da carga emocional que colocamos em certos assuntos , rompemos a barreira de choque

biolgica do renascimento, e quando da aproximao do antigo desafeto podemos comprometer o equilbrio da nossa encarnao atual, remetendonos ao passado como se nele ainda vivssemos. Devemos aprender a aceitar e deixar ir os acontecimentos que geram sofrimento para impedir fixaes e torturas mentais futuras. Esta foi uma comunicao ANIMICA, pois o contedo pertencia a mdium. 16 Emerso do passado 22 Nosso orientador fez ligeira pausa, acariciando a enferma, que deve ser tratada com o mesmo carinho de um desencarnado, enquanto Raul continuava a doutrina-la e a consola-la, notificou-nos, bondoso: Um doutrinador sem tato fraterno

apenas lhe agravaria o problema, porque, a pretexto de servir verdade, talvez lhe impusesse corretivo inoportuno ao invs de socorro providencial. A manifestao ocorre do prprio sentimento da mdium, presa no passado. A mdium vive esta experincia como uma sonambula, inconsciente de sua participao e comprometimento com a reencarnao atual. 17 Fascinao 23 Uma senhora quase que uivando, semelhana de loba ferida,

gritava a debater-se no piso da sala. Adquirira animalesco aspecto, no obstante sob a guarda generosa de sentinelas da casa. ulus e o irmo Clementino, usando avanados recursos magnticos, interferiram no deplorvel duelo, constrangendo o obsessor a desvencilhar-se, de certo modo, da enferma que continuou, ainda assim, dominada por ele, a estreita distncia. Aulus explicou se ser um problema de fascinao onde a senhora permanecia hipnotizada pelo desencarnado e seus companheiros em busca de vingana. Raul doutrinava o

hipnotizador recordando-lhe as vantagens do perdo. 18 Fascinao 23 Hipnotismo Seu uso para obter controle sobre o hipnotizado. Pode conectar o Ser a imagens de animais, vises monstruosas e lembranas dolorosas do passado que os Espritos acumpliciados na delinquncia assustam-se e ficam a merc da manipulao dos desencarnados. 19 Fascinao

23 A obsidiada ensaiava frases num dialeto j morto de toscana. O filtro medinico e a entidade acham-se to intensamente afinados que a passividade do instrumento absoluta, sob o imprio da vontade que o comanda de modo positivo. O obsessor jaz ainda enredado nos hbitos por que pautava a sua existncia, h sculos, e, em se exprimindo pela mdium, usa modos e frases que lhe foram tpicos. Se a enferma fosse apenas mdium, sem o pretrito de que d testemunho, a entidade no se exprimiria por ela numa

expresso cultural diferente da que lhe prpria. Xenoglossia Fenmeno do mdium falar um idioma que nunca aprendeu. As foras do passado so trazidas ao presente. Os desencarnados, elaborando fenmenos dessa ordem, interferem, quase sempre, atravs de impulsos automticos, nas energias inconscientes, mas exclusivamente por intermdio de personalidades que lhes so afins no tempo. Quando um mdium analfabeto se pe a escrever sob o controle de um amigo domiciliado em nosso plano, isso no quer dizer que o mensageiro espiritual haja removido milagrosamente as pedras da ignorncia. Mostra simplesmente que o psicgrafo traz consigo, de outras encarnaes, a arte da escrita j conquistada e retida no arquivo da memria, cujos centros o companheiro desencarnado consegue manobrar. 20

Luta expiatria 24 Outro atendido por volta dos 30 anos caiu com gemidos angustiados e roucos. Desde os sete anos sentiu-se tomado pela desarmonia trazida do mundo espiritual e, desde ento, vem lutando no laborioso processo regenerativo a que se imps. Vive em mdicos por perturbaes . Sofreu eletrochoque e outros tratamentos que o fizeram sofrer.

Algemado perturbao em que se ligou no passado no se acredita capaz de qualquer servio nobre. Nutre pensamentos enfermios que lhe so arremessados pelos antigos companheiros de viciao. Enfim, vive em deplorveis condies patolgicas do sistema nervoso a caracterizar-se por estranhas perturbaes que o inutilizam temporariamente para o trabalho digno. 21

Luta expiatria 24 Esta relao familiar composta de uma me que carinhosamente acolheu a todos, um pai paralitico que era o chefe do bando de malfeitores que hoje so seus filhos. Desviou-os do caminho e hoje tem a funo de ajuda-los a se equilibrar. Os pensamentos dos que vivem sobre o mesmo teto agem e reagem uns sobre os outros. Amrico atravs do estudo e

orao se renovara mentalmente gerando sua cura. 22 Em torno da fixao mental 25 Eh imprescindvel compreender que, depois da morte no corpo fsico, prosseguimos desenvolvendo os pensamentos que cultivvamos na experincia carnal. O relgio inflexvel assinala o mesmo horrio para todos, entretanto, o tempo leve para os que triunfaram e pesado para os que perderam. Enquanto nos no desvencilhamos dos pensamentos de flagelao e derrota, atravs do trabalho

constante pela nossa renovao e progresso, transformamo-nos em fantasmas de aflio e desalento, encafurnados em nossas chagas ntimas. Quando a morte nos surpreende nessas condies, com facilidade emaranha-se nos problemas da fixao. 23 Psicometria 26 Visita ao Museu para estudar a psicomtrica. A faculdade de ler impresses e recordaes ao contato de objetos comuns = registro. Andr verificou que vrios objetos estavam imantados de fluidos opacos que formavam

uma massa acinzentada, que transpareciam pontos luminosos. O instrutor aclarou, que todos os objetos que voc v emoldurados por substncias fludicas acham- se fortemente lembrados ou visitados por aqueles que os possuram. Avistaram um relgio iluminado e Aulus recomendou toca-lo. Andr viu as imagens impressas por intermdio de vibraes. 24 Psicometria (cont...) 26 O relgio est envolvido pelas

correntes mentais das pessoas que ainda se apegam a ele. Deixamos vestgios espirituais, onde arremessamos os raios de nossa mente. Quando libertados do corpo denso, aguam-se-nos os sentidos e, esses fenmenos dentro da nossa possibilidade evolutiva. Podemos conhecer ou encontrar algum atravs de uma coisa em que a memoria da pessoa se concentra. Porm no dispomos de recursos para alcanar o pensamento daqueles que se fizeram superiores a nos, pois atingimos uma elevao que no somos capazes de imaginar.

Vibram em outra frequncia. 25 Psicometria (cont...) 26 O quadro do rapaz que prometeu casar com a moa e nunca voltou. Hilrio comentou da possiblidade de moo ou da senhora que o afastou ficarem apaixonados pelo quadro pela ligao energtica. 26 Mediunidade transviada 27 Visita a uma reunio medinica. O instrutor comenta a falta de comprometimento do grupo.

Aceitando barganhas e pedidos fteis de ajuda. Lembrando de nossa responsabilidade conosco e com os outros. 27 Efeitos fsicos 28 Reunio de materializao: A higienizao processavase ativa. Surgiam aparelhos delicados para a emisso de raios curativos. Se efetuava a ionizao do ambiente com efeitos bactericidas. 28 Efeitos fsicos 28

O veculo fsico do mdium, sob o domnio dos tcnicos do nosso plano, comeou a expelir o ectoplasma, qual pasta flexvel, maneira de uma gelia viscosa e semilquida, atravs de todos os poros e, com mais abundncia, pelos orifcios naturais, particularmente da boca, das narinas e dos ouvidos, com elevada percentagem a exteriorizar-se igualmente do trax e das extremidades dos dedos. 29 Efeitos fsicos 28 Essa fora materializante como as outras

manipuladas em nossas tarefas de intercmbio. Independe do carter e das qualidades morais daqueles que a possuem, constituindo emanaes do mundo psicofsico, das quais o citoplasma uma das fontes de origem. O mdium est consciente durante o fenmeno? - Fora do corpo sim, mas, possivelmente, no guardar qualquer lembrana, logo regresse ao campo fsico. 30 Efeitos fsicos 28

Alguns encarnados, como habitualmente acontece, no tomam a srio as responsabilidades do assunto e traziam consigo emanaes txicas, oriundas do abuso de nicotina, carne e aperitivos, alm das formas-pensamentos menos adequadas tarefa que o grupo devia realizar 31 Anotaes em Servio 29 O instrutor : - preciso considerar que nem todos possuem idntica idade espiritual e que a Humanidade Terrestre, em sua feio de conjunto, ainda se encontra to longe da angelitude quanto a agressiva animalidade ainda est distante da razo perfeitamente humana. muito cedo para que o homem se arrogue o direito de apelar para a Verdade Total... Por agora, imprescindvel trabalhe intensivamente, com devoo

profunda ao bem, para atingir mais amplo discernimento das realidades fragmentarias ou provisrias que o cercam na vida fsica. 32 Ultimas Paginas 30 A mediunidade como instrumentao da vida surge em toda a parte: O lavrador - o mdium da colheita. O escultor o mdium da obra prima. Os varredores os mdiuns da limpeza. O juiz o mdium das leis. 33 Concluso Todos os homens em suas atividades, profisses e associaes so instrumentos das foras a que se devotam.

Produzem em conformidade com as ideias superiores ou inferiores em que se inspiram. Atraindo os elementos invisveis que os rodeiam, conforme a natureza dos sentimentos e ideias de que se nutrem. 34 A Leitura nos une e amplia a capacidade de entendimento. BOA LEITURA! 35

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